BELEZA AFRICANA REVELADA ATRAVÉS DO PATRIMÓNIO

Por Alexandra de Cadaval Diretora do Festival

África faz-nos pensar no berço da humanidade, uma humanidade que, em colaboração com as forças da natureza, esteve na origem de uma visão cosmogónica onde o ambiente foi concebido como um espaço sagrado e sobrenatural.

Como todas as civilizações fundadoras, África tem desde a sua origem um sentido do universal. O Homem transcende o poder animal e a beleza da natureza através de uma «anima», um conceito poderoso em que o corpo e o espírito são indivisíveis.

«O corpo do ser humano é muito pequeno quando comprado à alma que habita dentro dele» diz o sábio. Por isso é que, na tradição africana, o corpo pode tornar-se no recetáculo do invisível, de espíritos e dos antepassados. O universo africano sagrado, através de rituais e máscaras, é colorido, barroco, visionário, burlesco e um mundo impressionante de invenção, como o despontar da arte contemporânea.

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